A contar de hoje, faltam 15 dias para o Natal. Época do ano em que o comércio registra os melhores índices de vendas em todos os setores – eletroeletrônicos, roupas, veículos, alimentação e por aí afora. E, dia desses, de posse do controle remoto da televisão, pulando de canal em canal, nas madrugadas da vida (não tão madrugada assim, era uma hora da manhã, aproximadamente), me deparei com um canal, não me lembro qual, onde estava sendo feito uma pesquisa nas ruas de uma grande cidade, possivelmente São Paulo, para saber quem gasta mais: homens ou mulheres. Na minha opinião uma pesquisa totalmente desnecessária já que, tempos atrás, e não tem tanto tempo assim, foi divulgado um levantamento em que se constatou que elas, as mulheres são as que mais gastam. Não raros são os casos em que os homens gastam além da conta, mas, como eu disse, são casos raros. E, uma prova disso é que, se formos às ruas em Itumbiara, nas semanas que antecedem o Natal, o número de mulheres nas ruas fazendo pesquisas, comprando ou carregando sacolas é infinitamente maior que o número de homens. É claro e evidente que, nós homens acompanhamos as mulheres, mas, vou te dizer uma coisa, não temos a menor paciência para compras. Acho que, por esse motivo, muitas vezes erramos no presente para nossas esposas, mães, filhos e assim por diante. Afinal, o universo que compõem o mundo das compras é exclusivamente das mulheres. Podemos ajudar carregando uma coisa ou outra, mas, fora isso não interferimos no processo de escolha, que pertence única e exclusivamente a elas. Mas, antes que me qualifiquem de machista, é bom lembrar que, o fato de as mulheres serem mais experientes quando o assunto são as compras é de que, elas sabem onde estão os melhores produtos e, o principal, pelo menor preço. Nós homens não temos essa habilidade. Se vamos comprar uma roupa, para uso próprio ou para presentear entramos na primeira loja e, seja lá qual for o preço pagamos e pronto. Não importando com a qualidade. Já as mulheres não. Elas chegam à mesma loja que nós, compram não uma, mas, duas ou três roupas pelo mesmo preço que pagamos e, com qualidade comparável. Temos que também salientar as mulheres não só gastam o dinheiro, como também são provedoras de boa parte da renda familiar e sabem administrar esse dinheiro. Uma clara prova disso são as milhares de mulheres que sustentam uma família com o dinheiro, ás vezes, um salário mínimo, que recebem cuidando de uma casa, passando roupa, vivendo da aposentadoria ou pensão, deixado por ex-maridos ou companheiros falecidos. Este texto, como perceberam, tratou a questão do consumismo feminino de modo divertido, mas, no final, fiz questão de lembrar que as mulheres, embora gostem de gastar sabem utilizar o dinheiro com sabedoria. Um abraço a todos e torço para que o prêmio principal da promoção ‘Natal Premiado’ da CDL, um carro zero quilômetro, saia para uma mulher. Até a próxima! Jota Gervásio é radialista e acadêmico do curso de Administração de Empresas da Unopar Virtual
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